cinza.

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O Bernardo me disse, em um telefonema esquisito no meio da madrugada de um sábado, quando ele se dizia sob efeito de alucinógenos, que eu sou uma pessoa cinza. Ele também me falou a opinião dele sobre as músicas novas do Harry Styles e contou como foi que descobriu que se tomasse tal quantidade daquilo, ficaria daquele jeito.

Respirei fundo, fingindo que não ligava muito, e perguntei: o que é ser uma pessoa cinza, Bernardo?

A resposta foi algo sobre como ele possui facilidade em “desvendar” as pessoas e entender o que elas pensam, mas comigo ele só não conseguia enxergar nada além de um olhar neutro nas situações em que ele julgava serem, de certa forma, reveladoras. Comecei a rir e disse que ele estava louco demais para estar falando sério. Ele disse que tudo bem e me deu boa noite. O que ele não sabe é do meu olhar confuso e o coração que de uma hora pra outra deu um pulo, como se dissesse: fui descoberta.

Mas como vou querer que me decifrem, se nem mesmo eu consigo?

Quando acordo e vou lavar o rosto, observo a minha face refletida no espelho. E se o sono não fala mais alto, viajo olhando para as minhas sardas e olhos caídos. Cada dia vejo uma Mariana diferente, por mais que as vezes elas se repitam. Talvez seja o ascendente em gêmeos e o sol em sagitário, mas não tenho propriedade nenhuma para falar sobre isso.

Hoje, sentada no bar, me peguei com a mão no queixo e os olhos brilhando. Depois de ler O Corpo Fala tenho prestado atenção nestes detalhes. Meu tronco inclinado pra frente e os lábios simulando um sorriso frouxo. Atenta é o termo certo.

Atenta nas palavras, risadas e olhares. Atenta nos movimentos e nas histórias.

Acho que o Bernardo se surpreenderia se me olhasse naquele bar hoje. Ele, que gosta tanto de ler e interpretar as pessoas, não teria mais dificuldade alguma. De cinza agora há pouca coisa. Todas as cores parecem fazer parte de mim de uma maneira que a muito tempo eu não via.

De repente, tudo virou poesia. E eu nunca fui boa com essas coisas. A minha vênus em sagitário deve estar assustada com os últimos  meses, mas tenho certeza de que o meu sorriso voltou a ser realmente sincero depois de tempos em que tudo o que eu fazia era forçá-lo.

 

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Transbordei

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Era uma sexta feira, eu havia saído do bar e estava atravessando a passarela para pegar um ônibus e finalmente ir para casa. Nós bebemos alguns copos de cerveja, fizemos amizade com o garçom e você me deu um beijo de despedida.

Enquanto caminhava pela passarela, me concentrava para não chorar. Nunca demorou tanto para uma sexta feira como naquela semana. Tentei afogar as mágoas, mas no final do dia acabei transbordando.

Eu tenho esse costume de me olhar no espelho enquanto escovo os dentes, e por dias me encontrei observando profundamente cada traço do meu rosto e olhando no fundo dos meus olhos, como se estivesse procurando alguma resposta. As pessoas me olhavam e sabiam que eu estava cheia de dúvidas.

Realmente, as coisas poderiam ser mais fáceis. Depois de tanto tempo sem sentir nada, o que eu mais queria era poder sentir a paz de um sentimento verdadeiramente leve e confortável. E o meu coração aperta toda vez que lembro que não vai ser fácil.

Sempre fui a pessoa que diz que nós devemos arriscar tudo quando gostamos de alguém. Ver no que vai dar e aproveitar cada segundo. De repente eu me transformei naquela pessoa que não se permite sentir por medo. Medo de quebrar a cara e por não ter certeza de nada.

Chorei por sentir demais e não saber o que fazer com isso. Chorei por uma situação na qual eu não tive culpa nenhuma. Chorei porque me colocaram naquela encruzilhada e eu só queria poder sorrir com calma.

É como se eu tivesse imposto um paradoxo para mim mesma: por um lado queria saber de novo como era não ter controle do coração e por outro, me desesperei por simplesmente não poder fazer nada a respeito.

Ao subir no ônibus fechei os olhos enquanto algumas pessoas passavam me empurrando. Não estava me importando por ser esmagada contra o banco. E quando me dei conta disso, me assustei com a minha nova capacidade de apenas seguir um fluxo ruim e não conseguir tomar nenhuma atitude.

As coisas parecem estar mais calmas agora. Ou parecia. Já não sei mais dizer. A única coisa que tenho certeza é que vou dormir sorrindo e acordo do mesmo jeito todos os dias. E o que eu mais quero é manter esse sorriso, ser o motivo de alguns dos teus e cruzar eles no meio de um beijo.

Semente

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Sempre gostei de girassol. Na terceira série a professora Sarah disse que uma flor de girassol era como um grande buquê de flores. Fiquei fascinada e foi isso o que eu contei em casa sobre o que havia aprendido na escola aquele dia.

Entretanto, nunca me sai muito bem na tarefa de cuidar de coisas vivas. Adorava caçar joaninhas pelo jardim e acreditava fielmente que elas viveriam por anos em um pote de margarina com a tampa furada. Também tive alguns problemas com meus peixes azuis. Sim, foram mais de três tentativas falhas.

Com pessoas as coisas aconteciam um pouco diferente. Felizmente não posso guardar ninguém em pote nenhum, ou até mesmo comprar outra pessoa igual para substituir aquela que se foi. As coisas só não funcionam assim e provavelmente seja realmente melhor desse jeito.

Quando alguém diz querer guardar outra pessoa em um pote, confesso que fico um pouco preocupada. Como vai alimentar ela? Ou como tem certeza que aquele buraquinho é o suficiente para ela continuar viva?

Assim como as joaninhas e borboletas, pessoas lindas de alma aparecem por aqui vez ou outra. Fico admirando tamanha beleza e imagino com os meus botões que mal teria se elas só ficassem por perto por um tempo. Tudo bem se elas ficarem por pouco tempo, não me preocupo com isso.

Não me preocupar com o tempo não significa não me importar com ele. Não se confunda, nem me entenda errado. Estar rodeada de pessoas que iluminam e colorem nossos dias é extremamente gratificante, mas apenas temos que admitir que em algum momento outro alguém pode merecer mais toda aquela cor e luz.

Há dois meses atrás eu ganhei as minhas primeiras mudinhas de girassol. Pesquisei o melhor lugar da casa para deixá-las, reguei todas as manhãs e troquei de pote quando senti que estava na hora. Elas cresceram, mas ainda não floresceram. Nesse meio tempo aprendi a lidar com essa espera gigantesca por algo que tenho convicção de que será bonito.

Quando o caule ameaçou quebrar com uma ventania de julho, logo coloquei um pequeno galho ao lado, amarrando com uma fita para estabilizá-la. E na semana passada percebi que talvez não dê certo. Mesmo com todos os cuidados e medidas tomadas, as folhas parecem secas e talvez seja isso mesmo, talvez só não dê certo.

Primeiro pensei em todos os dias que parei e fiquei analisando com cuidado cada mudança notória da minha flor. Lembrei das minhas expectativas e do tanto que eu sempre quis um girassol. Aquele amarelo vivo contornando o preto, trazendo a sensação de equilíbrio entre a felicidade e os meus momentos mais solitários. Na verdade essa parte tirei da minha cabeça, nenhum site me falou sobre solidão enquanto explicava os significados do girassol. No meu coração faz sentido, então a minha cabeça acredita. Acho que todo mundo tem algo assim.

Da mesma forma que acredito que está tudo bem as pessoas virem e irem, me peguei pensando sobre quando plantarei outras sementes de girassol. Quando aceitarei que não adianta amarrar mais um galho próximo?

Nós definitivamente nos esforçamos demais e colocamos muita energia no que acreditamos ser aquilo que queremos ou precisamos. Não aceitamos a ideia de que de vez em quando as coisas acabam antes do que imaginávamos e esquecemos que não tem problema nenhum nisso.

Quem sabe não deveríamos focar por algum tempo nas nossas próprias flores, ao invés de torcer que alguma brote por ai quando bem entendermos? De repente nós nos surpreendamos com as nossas próprias flores e percebamos que era disso que nós precisávamos.

Nestes dois meses com a minha mudinha de girassol, que nem tive tempo para pensar no nome, algumas pessoas apareceram por aqui. Um certo caos se formou e eu finalmente encontrei uma pessoa a quem dedicar tamanha calmaria.

Comecei a imaginar agora, enquanto penteio o cabelo ainda molhado, que loucura seria se na verdade os meus girassóis que tanto quero colher estivessem nas pessoas. E conforme passam os dias, a minha tarefa é regar e cuidar para que, quem sabe um dia, essa pessoa me permita conhecer a sua flor mais bonita.

Desabafo

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Te vejo me olhando de canto de olho e passam mil coisas pela minha cabeça sobre o que poderia estar passando pela tua.

Porque precisa fazer tanto mistério? Porque esse silêncio? Essa calitude só me faz pensar em insignificância. Que sou só uma distração nesse fim de relacionamento.

Quando descobriram sobre aquela festa, logo vieram me alertar. Sem julgamentos, falaram para que eu tomasse cuidado e abrisse os olhos pro tipo de cara que você é. Em primeiro momento ignorei, criei teorias para concluir que aquelas pessoas tinham argumentos falaciosos. Mas agora penso o contrário.

Porque procura a minha mão se não consegue olhar nos meus olhos? Porque pede o meu beijo se não se preocupa se vai tudo bem por aqui?

Pra mim é fácil imaginar as respostas. Queria que você se preocupasse com isso também.

Me diz que é só nervosismo ou timidez. Ou me diz que não passa de atração física, sem sentimentos e apego. Mas por favor, fala.

Se me perguntar, eu falo. Digo o que eu realmente sinto e no que acredito. Respondo cada dúvida e crio outras só pra continuar falando. Esses jogos não fazem mais parte de mim, eu quero falar o que for necessário para que entenda o que se passa por aqui. Sem desentendimentos, eu não quero um relacionamento. Longe de mim agora.

Esse texto foi escrito em alguma noite gelada de maio. As vezes a gente precisa de um tempo até se sentir preparado para postar alguma coisa. Eu não me importo mais com essas perguntas que fiz aqui. Não imagino mais respostas e nem quero saber quais seriam. Estes meses que se passaram foram ótimos para mim. Filtrei o que realmente importa e quem realmente vale a pena. Continuo filtrando, inclusive. As coisas finalmente estão bem por aqui. Não sei por quanto tempo, mas eu conto tudo por aqui. Ou partes.

Coragem Líquida

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Sempre que abro a guia para escrever um texto novo sinto que estou cheia de certezas do que quero falar. Sei exatamente as piadinhas sem graça que vou colocar no meio de uma ou outra frase melancólica. Faço uma lista mental com o que quero falar e quem eu quero que sinta.

E é só eu clicar em “escrever novo post” que tudo se apaga. Meu coração bate forte e minhas mãos paralisam. Só ouço o som do meu bocejo entre os acordes calmos das músicas que estão tocando no Spotify agora.

Esse final de semana eu comecei uma série nova. Ou talvez tenha sido no meio da semana. Não lembro. Estou cinquenta por cento de férias agora. O mínimo que se espera é que eu confunda os dias da semana, não?

Meu chefe diz que eu tenho déficit de atenção, então vou tentar focar no assunto inicial do último parágrafo. E vamos fingir que eu não precisei ler tudo de novo depois de pesquisar como que escreve a palavra “déficit”.

Comecei a assistir Gypsy. Já acabei, aliás. O ponto é que em algum dos episódios Jean fala algo sobre coragem líquida e eu escolhi ignorar. Pensei que fosse alguma relação contemporânea com o amor líquido de Baumann. Depois que terminei esta série fiquei determinada a acabar a última temporada de Orange is the New Black. E então, novamente, algum personagem fala sobre coragem líquida.

Tio Google me ajudou.

E citando meu professor, o álcool é um lubrificante social. Com ele, nós falamos e fazemos coisas que o receio da sobridez não permitiria. Nós nos sentimos livres para fazer o que temos vontade e julgamos ser correto. É isso o que fala o conceito de “coragem líquida”.

A partir dai algumas coisas ficaram mais claras para mim. E posso afirmar que se a tequila existe, é graças a deus que ela existe.

Depois de cinco minutos pensando eu prometi pra mim mesma que não terminaria este texto com a última afirmação. Eu deveria falar mais. Escrever mais.

Quando as pessoas dizem que leram meus textos, infelizmente não estou sob o efeito de qualquer coisa líquida que pudesse me dar coragem. Tenho o instinto de me esconder, dizer que não quero ouvir e o meu rosto fica automaticamente vermelho. Sei que tenho que trabalhar com isso.

Ao mesmo tempo que fiquei nervosa ontem quando você disse que leu meus textos, eu me senti mais leve. Você viu um pouco de mim que eu não tenho coragem de falar. Você leu as minhas linhas e espero que tenha ficado ansiosa para descobrir o que tem no meio delas. E eu espero um dia conseguir ler as suas.

O que eu escrevo pode até não ser cem por cento relacionado comigo o tempo todo. Algumas partes posso fantasiar e complementar o drama da vida com apenas algumas palavras. E essa é a melhor parte. Quando sinto que tem um texto na ponta dos dedos preparado para sair, é como se uma onda forte de coragem tomasse conta do meu corpo.

Queria que a coragem líquida vivesse nas minhas veias. Não a tequila, ou a Polar. Nem vinho. Só algo que sobreponha o medo, as angustias e a insegurança. Principalmente a insegurança. Em todos os aspectos e em toda a minha existência.

Terceira Tentativa

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Já tenho três textos inacabados nos rascunhos. O medo de não conseguir terminar esse aqui já está aumentando. Só não está maior do que o medo de encarar os meus pensamentos e colocar as coisas em ordem.

Houve uma época em que eu escrevia para me entender. Eu escrevia quando as coisas não estavam indo bem e me sentia aliviada depois. Escrevia com o prazer em por tudo para fora. Não sei quando eu parei de me sentir assim.

Talvez os problemas sejam maiores agora. Talvez só porque já passei pelas outras coisas, elas parecem muito menores agora. Mas eu aprendi que não devemos menosprezar o que sentimentos, por mais que as vezes seja a única saída que encontramos.

O meu peito carrega um grande ponto de interrogação e a minha cabeça continua latejando. E é de conhecimento público que ressaca não dura tanto tempo. Os meus pensamentos ficam martelando na mesma tecla e as únicas respostas que encontro na verdade são mais perguntas.

Só não quero mais me sentir vazia. Não quero esse aperto no peito dizendo que não sou o suficiente interessante para fazer com que pessoas queiram conversar de verdade comigo. Não aguento mais conversas para matar o tempo, mas sinto que é apenas assim que as pessoas me enxergam.

Quando nós estávamos conversando na cama e eu acariciando o seu rosto foi um dos únicos momentos em que eu não me senti assim. Eu queria ouvir cada uma das coisas que você falava e queria que você me fizesse mais perguntas. Mas você ainda estava com muito álcool no corpo.

E eu me sinto uma boba por completo pensando que um dia poderei estar com alguém como você. Me sinto mais boba ainda quando lembro de você falando que eu era a sua maior ilusão. Veja só, na verdade você que se tornou a minha.

Minhas amigas dizem que está tudo bem. Que nada ruim aconteceu e foi como nós imaginávamos. O que a platéia daquele quarto não imaginava era que eu já imaginava muitas outras coisas a muito tempo.

O meu coração está pulando de novo. Queria acreditar que tudo vai ficar bem, como vieram me falar no twitter ontem. E eu sempre acreditei nisso também. Sempre acreditei que existem muitas pessoas por ai e que temos que nos permitir um pouco de cada. Mas agora eu só queria um pouco mais.

 

Entre Sorrisos indicado ao prêmio Mystery Blogger Award

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“O ‘Mystery Blogger Award’ é um prêmio para blogueiros incríveis com postagens engenhosas. Seu blog não só cativa; ele inspira e motiva. Este prêmio também é para blogueiros que acham diversão e inspiração em blogs e fazem isso com tanto amor e paixão” (Okoto Enigma).

Meu despertador tocou e mais uma vez eu não podia acreditar que o semestre ainda não acabou. Isso foi na terça. Hoje, no sábado, eu continuei sem acreditar quando minha amiga me deu um tapa tentando desligar o despertador.

Voltando para terça, eu desliguei o despertador e fiquei enrolando mais cinco minutos na cama. Aproveitei para olhar as notificações e me atualizar sobre o que rolou naquelas míseras seis horas que tive de sono. Uma das notificações era do aplicativo do wordpress e veio do blog Transbordar-se.

Primeiro um elogio que encheu o meu coração de alegria logo cedo. Depois uma notícia: ele estava me indicando para o Mystery Blogger Award. Eu, que nunca tinha ouvido falar, tive um motivo a mais para me levantar e fazer de tudo para arranjar um tempinho para aparecer por aqui e contar para vocês.

A semana acabou e só agora tive o tal do tempo.

É muito gratificante quando recebo likes e comentários falando que alguém se identificou com o que escrevi ou que simplesmente sorriu enquanto lia. Saber que alguém aprecia o que nós fazemos com tanto amor, nos faz transbordar. Para o menino do blog que me indicou, eu gostaria de falar: transborda-te. Transborda-te de alegria, sorrisos e sonhos. Transborda o teu amor sempre.

Parafraseando a minha professora de sociologia da comunicação: mystery blogger award?! what is this?!?! Eu li pelos outros blogs que estão participando para tentar entender, e eis que descobri que é um prêmio para homenagear blogs e reconhecer a dedicação e carinho que transmitimos por aqui.

As regras são bem simples. A não ser que eu tenha entendido errado alguma coisa, o que não me surpreenderia.
  • Colocar o logo/imagem do prêmio no seu blog;
  • Listar as regras; 
  • Agradecer a quem o nomeou e fornecer um link para seu blog;
  • Mencionar o criador do prêmio; (a florzinha da gratidão será entregue para quem me fornecer esta informação)
  • Conte a seus leitores três coisas sobre você;
  • Nomeie até dez pessoas;
  • Notificar os seus indicados comentando no seu blog;
  • Peça a seus candidatos que respondam cinco questões de sua escolha, perguntas estranhas ou engraçadas;
  • Compartilhe um link para sua melhor postagem.
Ok, vamos lá.
um.

Apesar de estar sempre fazendo piadas e brincando com quem está na minha volta, sou extremamente sensível para algumas coisas que não deveria ser.

dois.

Amo ler e escrever. Quando era mais nova conseguia me dedicar muito mais para essas coisas e infelizmente com o tempo foi me faltando tempo. Acho que fez sentido.

três.

Nunca sei onde enfiar a minha cara quando alguém aleatoriamente aparece falando que leu algum texto meu, ou que já viu o meu blog. Fico feliz, mas o vermelhão vem automaticamente.

O blog que me nomeou pediu que respondesse o que eu tenho feito com o amor que transborda em mim. E sem sombra de dúvidas eu tenho sonhado. Faço dos meus amores fontes de motivação para seguir atrás dos meus objetivos.

Por causa deste blog eu já descobri tanta coisa. Já li tanta coisa boa e que me fez sorrir. Os blogs que estou nomeando são de mulheres que, na sua maioria, conheci pela internet, lendo e vendo o mundo sob suas perspectivas. A Monique eu conheci ainda no ensino médio, quando eu falava sobre minhas dúvidas sobre o futuro e ela me confiava as dela. Espero que, assim como eu, vocês gostem e admirem o trabalho dessas moças lindas ♥

nomeadas:

7 seasons blog

Maridx

Nada Sensata

Molindmann

Batom Geek

 

Vou fazer uma pergunta só, assim como o blog Transbordar-se fez com os nomeados dele.

Quais os melhores momentos que você viveu entre entre sorrisos?

 

Eu adorei participar e compartilhar essas coisas com vocês. Espero que minhas indicadas se divirtam e conquistem muitas coisas, tanto na internet quanto pelo mundo. Mas sei que o mundo já é pequeno pra essas mulheres que listei ali em cima.

TEXTO: Entendendo signos e outras coisas